quarta-feira, 7 de abril de 2010

Olhar, danças, cartas, vinho.


Meu olhar está se encontrando com o seu mesmo sem querer, ou com vontade de te ver, disfarçar, é dia a dia, ou penso.
Sem querer a percepção para nós já vista, escondia em aventuras, medo da escuridão amena;
Mas o encontro é vendado e misterioso, o tempo para, há uma foto tirada por nós. Querendo esconder, o olhar revela. Seu sorriso bobo em conversas além, sem te chamar você já está aqui.
O acaso foi a favor, apesar do sabor curioso que já havia entre alguém. Alguém sem nome, que já sabe aonde irá, alguém com desejo e medo de arriscar.
É blasfemar dizer que não há resposta, pois nada foi inútil e tudo esta fluindo. 
Porém haverá dívida, meu par de danças, se tudo não passar de uma fantasia, as cartas estão nas mãos em pleno baile de carnaval, e quando elas estiverem na mesa, cuidado ao beber o vinho, pois a taça quebrada manchará toda a esperança, além de rastros em formato de cacos afiados para ferir, querendo se alimentar de sangue.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Cena

Os filmes são compostos de cenas e elas possuem um propósito. Cada coração é tocado por uma cena. Há a "perfeitinha" que todos que assistem lembram. Mas há cenas que só o seu coração é tocado, e você volta uma, duas três, quatro, quantas vezes for preciso, até seu coração dizer chega e você sonhar em viver a ficção.
Tudo que marca é inesquecível, e a cena fica sempre em seu relato de memórias, um dia lembrado, com um sorriso gostoso, às vezes só comentado, ou às vezes querendo colocar em prática.
Me lembro de um sonho que foi uma cena e pensei que estava vivenciando. Olhei as estrelas deitada sobre a grama e encontrei um lindo sorriso dirigido a mim. Um dia quero criar o meu próprio filme.

quarta-feira, 24 de março de 2010

¿Con qué propósito?

O tempo está correndo, e eu fico me perguntando o que será, qual é o meu objetivo? As coisas se trocam, vem e vão, assim como a dúvida que não insiste em pressionar uma tecla apenas. Será que simplesmente ser feliz? É natural, e todo mundo quer ser feliz, mas a vida é um mundo contraditório... ou não!? É preciso tentar valer.
Eu volto à mesma pergunta, de ontem, hoje e amanhã. Qual o meu objetivo? É ser aprovada em alguma universidade? Também, mais e depois? Ser uma profissional? O objetivo é fundamental, mas deve ser grande, lutado, conquistado, e entre incertezas, é triste dizer que eu não sei se encontrarei oportunidades para cumpri-los. Eu vou tentar, e espero manter acesa a esperança de não me cansar em persistir. [...]

relatos!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Ah... cabou.

Acabou a cabana
A graça bacana já não há mais
O aperto sem jeito se esconde em desejos
A vontade veio ao vento
Pensamento deixou de ser silêncio
O ausente se fez inocente
Lembrados em momentos
A boca se calou para escutar
As poesias lidas em forma de canção
A fala se fez presente
Os risos vibraram contentes
Pena que o choro caiu em mãos
Em vão nada se foi.