quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"Retrospecto"

"ATICHIM" Poeira rola pra lá e pra cá.
Espaço vazio para a poeira dançar,
Embora não falte mobília,
Mas tinta,  pisos, e artefatos para uma reinauguração.
Mudanças, revoluções, fatos, confissões,
Tudo exposto, planejado ou nas "cochas",
Casa boa não dura assim.
Ou quem dirá, se é preciso,
Quem sabe um novo espaço para voar,
Voar ao vento rejuvelhecedor.

domingo, 23 de outubro de 2011

"voo"

É tanta coisa pra se fazer,
É tanta coisa pra se rever,
E o povo passa sem perceber que o voo do passáro pode salvar um dia qualquer...
Pois quem diria: o povo sumiu!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Arma branca

A educação pode ser uma arma.
Reduziram e maquiaram informações propositalmente,
Miram em mim quando eu sei que posso melhorar o ajuste da realidade do povo;
Aponto para onde quero quando estratego a massa para derrubar a prisão dos direitos humanos;
Basta de se calar, de temer, de ser ignorante.
Reação é um dever de todos,
Armados de informações e escudos antigovernamentais;
Ninguém deve te impedir de pensar;
Cabe saber ousar e querer agir;
Ameaço e me ameaço para tentar ser o diferencial com fome de justificar as cousas implantadas no mundo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Triunfo interno

 É algo estranho que me toca e me faz sentir dores profundas, o ar foge, e toda essa luz que brilha a noite parece me cegar. Lugar estranho, terra boa para repousar os pensamentos, mas nada que possa me revigorar e apitar como um sinal de alerta para que eu possa parar de olhar para trás, para que eu consiga me olhar. Exaustão sem sentido por algo que se segue só porque te dizem, e você sabe que precisa andar. Fome, desejo, 24 horas insaciáveis de um sono blindado. Sorrisos incertos de um disfarce eloquentemente eterno. Resmungos e reforços, e uma base mínima como uma flor do mato que num sopro se esvai. Eu sei e nada entendo.Voar, está tão difícil bater asas como borboletas, e tão fácil sumir como um arco-íris no ar. Que sobrem cores, ao menos o azul em mim.