sábado, 12 de maio de 2012

Dia das mães e da "liberdade".

Segundo domingo de maio, dia das mães.
Esse ano (2012), prestigiaremos as mamuscas no mesmo dia em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, á 124 anos atrás. Portanto, o 13 de maio se tornou mais especial.
Não que a abolição da escravatura desse total liberdade, conforto e sacies, mas teve valor representativo, de luta, de romper o cordão umbilical com os senhores perversamente donos da lei.
Essa história de luta sabe fazer transição com a dádiva de ser realmente mãe - esse ser tão questionado, amado e articulado.
Quantas mães choraram em busca de proteção para sua cria. Quantas mães souberam compartilhar seu afeto ao dar de mamar ao próximo. Quantas mães morreram juntas com seus filhos. Quantos sacrifícios. Quantas mães sabem rir, olhar.
Hoje se pergunta por qual motivo respeitar, por quanto tempo amar, que fim atingir. Estagnação, vergonha. Valores, retrocessos questionados.
É dia de luz.
Salve, oh mãe, salve, oh filho!
Salve a mãe da luta, do cuidado, da prevenção, do trabalho, do leite e de toda a vida.
Salve o filho que luta, que zela, que retribui.
Salve o esforço.

13 de maio de 1888 - Abolição da escravatura.
13 de maio de 1958 - Carolina Maria de Jesus lutava contra a escravatura atual, a fome!
13 de maio de 2012 - Alguém ainda luta, faz valer a história? Também luto pelas mães, feliz dia.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Desejo íntimo


Sonho com poemas literários que me envolvem e desejo presentes às melodias dos Beatles interpretadas. 
É tanta fantasia nesse espaço virtual, que antigamente e no meu interior chamavam de mundo. Mas enquanto espero imagino muito mais que algo, surpresas são sempre inesperadas com um toque de adrenalina. 
Assim desenho e errantemente vivo me protegendo não sei de quê. Só a mostrar uma meiguice fria, hitleriana, voluptuosa, fugaz, cheia de pecados insanos. E por dentro do estribo, sensibilidade apurada com qualquer detalhe.

domingo, 11 de março de 2012

Quanto

Há tempos e perguntas inquestionáveis de tanto se questionar.
Quanto vale a vida? Sempre me pergunto quantas gramas há nessa matéria.
Quanto valem as pessoas? Isso é muito relativo.
Estou quase sempre a tentar entender, talvez metáforas sejam eficazes.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ano velho ou novo?


Querendo ou não o próximo ano vai chegar. Um ano como as folhas de um caderno novo, pronto para ser preenchido. Podemos tentar fingir um recomeço como cada ano novo, mas o novo não será se coisas diferentes não forem feitas. Experimentar um fruto inusitado, uma banda de "outras bandas", uma dança qualquer e única, olhares, mergulhar em cada cisco de areia que passeia em seu corpo ou de outrem com o vento... Coisas simples que nos avisam e poucos percebem. Se continuarmos parado o ano novo só terá nome, pois será o mesmo de sempre inevitavelmente banhado por lembranças passadas irrecuperáveis que na maioria das vezes doem. O ser se faz, se decide, se deixa, se cria... FELIZ ANO NOVO a todos!