terça-feira, 26 de julho de 2016

Tu e Eu

Quando tu for
Nós iremos
E eu ficarei

Quando tu flores lembrar
Nós cantemos
E eu registrarei

Quando tu estiver lá
Nós estaremos a sós
E eu ficarei de cá

Quando tu fotografar
Nós sentiremos
E eu guardarei

Quando tu, perto estiver
Nós voltaremos
E eu perto esperarei

Mas, se não “mas”.
Ficaremos nós, a sós, Tu e Eu.

sábado, 9 de abril de 2016

7, 8, 9, 10...

8 de abril após alguns segundos foi ontem, mas parece que é hoje.
Ao mesmo tempo parece que é muito tempo, passado. 
Calendário. 
E, por muito tempo, parece muito tempo criado para marcar o quanto o futuro está voando. 
7, 8, 9, 10... 

terça-feira, 8 de março de 2016

Semente; Mulher!

Ser!
Semente!
Mulher!

Guerreiras, filhas, mães, avós, bisavós, tias, irmãs, primas...
Sementes que são;
Que florescem, resistem ao tempo, persistem, sabem se reerguer e se despedir;
Que se ramificam, se encantam, e são abrigos.

Têm-se espinhos, por vezes leves, e sabem florescer, se doar.
E assim, singular, são.
Em cada estação, sementes...
Em cada estação, mulher.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Há coisas!

Há uma coisa que coisa;
E tantas outras coisas a desenhar;
E em instantes a fumaça que invade as telas dá inicio a um nova conexão com a casa ao lado.

Há coisas em poucos tempos;
Coisas que o olhar não consegue contar;
E depois de tempos se apresenta embaçado, e de tão perto sorri.

Após 144 coisas;
E pelas quintas, 25;
Há quase 6 meses atrás e há exatos 155 dias;
Da causa que coisa;
Em descoisar rumo a mais 30 coisas depois de "um dia de domingo".

Talvez para um “start” na largada de infinitas coisas...
De infinitas coisas que ainda estou aprendendo a ser, talvez ser, ar.

E volto a dizer, por isso, talvez: "Tanto tempo sem uma paixão palpável faz o coração pedir um tempo para reaprender a caminhar".
Mas agora quero ventos seguros nesta caminhada;
Quero ventos que me aqueçam em qualquer tempo e que eu também possa abraçar, sentir.

Mas ainda há muito caso a desvendar;
Pra descobrir a emoção da causa;
Do acaso que por acaso coisa;
Das três letras trocadas à dois;

Pois se arrumam coisas;
E coisa alguma se consegue arrumar;
Pois... Já é madrugada, e se não é, no meio do caminho já começa a esperar.

Entre as coisas, músicas, fotografias, figurinhas...
Entre tantas outras causas, encontros, mensagens, orações...

Uma música na madrugada, há quatro mãos, há pouco tempo, e há quilômetros de distância.
Um companheirismo camarada, tantas nuances,
Uma troca de dias, de poemas ditos e não pensados, de bom dias.

Um abraço pra sentir o coração, que vira poema, 
E concretizado, um turbilhão de emoções.