sábado, 8 de março de 2014

Ser Mulher.

Ser mulher...
É falar do amor a vida,
Ter a delicadeza das flores e saber voar,
Voar com a certeza de que a qualquer momento saberá a hora de lutar e de se emocionar,
Porque a cada pouso se vive uma nova vida.
Ser mulher é saber se doar por uma “ninhada”, por uma nação.
É saber proclamar seus direitos,
É saber bem o seu segredo de ser mulher.


sexta-feira, 7 de março de 2014

Jogo de poetas

Jogo que vai e não vem,
Só um abraço e um adeus.
É tão improvável e ao mesmo tempo tão visto, insinuado, dito.
Tanto tempo sem uma paixão palpável faz o coração pedir um tempo para reaprender a caminhar,
E em seguida correr para o abraço.
Talvez o tempo não traga ventos aconchegantes.
Quantos olhares se observam e não sabem conversar, se doar,
Se esclarecer enquanto amigos, poetas, amantes, parentes.
Onde é que fica a vontade?
Louca para se deixar revelar paixão,
Com medo de tudo o que eu não juro,
Do que acho muito forte para se dizer. 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Momento qualquer

Caminhos, estradas sem dono...
Um instante para dar voz ao coração,
Uma música ao som do violão.
Os sons percorrem os olhos,
Os poemas percorrem a boca.
Cenas de um momento qualquer.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O segundo número par de 2014 no samba.

Samba no pé,
Poeira que vem, lilás...
No meio a correr e a voltar.
Dançar... Reencontro.
Dançar para deixar.
Aperto de mão, vamos lá...
Vou me abaixar.
Vamos voltar,
Roda, roda, roda,
Bate palma e se vai.
Volta como quem não quer ir,
Se despede como quem quer que fique...
E fica.
Faz cantar, promete rimas e encenar.
Rios, confronto engraçado, pausa, chamado e despedidas.
Até logo, logo mais.