sábado, 9 de abril de 2016

7, 8, 9, 10...

8 de abril após alguns segundos foi ontem, mas parece que é hoje.
Ao mesmo tempo parece que é muito tempo, passado. 
Calendário. 
E, por muito tempo, parece muito tempo criado para marcar o quanto o futuro está voando. 
7, 8, 9, 10... 

terça-feira, 8 de março de 2016

Semente; Mulher!

Ser!
Semente!
Mulher!

Guerreiras, filhas, mães, avós, bisavós, tias, irmãs, primas...
Sementes que são;
Que florescem, resistem ao tempo, persistem, sabem se reerguer e se despedir;
Que se ramificam, se encantam, e são abrigos.

Têm-se espinhos, por vezes leves, e sabem florescer, se doar.
E assim, singular, são.
Em cada estação, sementes...
Em cada estação, mulher.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Há coisas!

Há uma coisa que coisa;
E tantas outras coisas a desenhar;
E em instantes a fumaça que invade as telas dá inicio a um nova conexão com a casa ao lado.

Há coisas em poucos tempos;
Coisas que o olhar não consegue contar;
E depois de tempos se apresenta embaçado, e de tão perto sorri.

Após 144 coisas;
E pelas quintas, 25;
Há quase 6 meses atrás e há exatos 155 dias;
Da causa que coisa;
Em descoisar rumo a mais 30 coisas depois de "um dia de domingo".

Talvez para um “start” na largada de infinitas coisas...
De infinitas coisas que ainda estou aprendendo a ser, talvez ser, ar.

E volto a dizer, por isso, talvez: "Tanto tempo sem uma paixão palpável faz o coração pedir um tempo para reaprender a caminhar".
Mas agora quero ventos seguros nesta caminhada;
Quero ventos que me aqueçam em qualquer tempo e que eu também possa abraçar, sentir.

Mas ainda há muito caso a desvendar;
Pra descobrir a emoção da causa;
Do acaso que por acaso coisa;
Das três letras trocadas à dois;

Pois se arrumam coisas;
E coisa alguma se consegue arrumar;
Pois... Já é madrugada, e se não é, no meio do caminho já começa a esperar.

Entre as coisas, músicas, fotografias, figurinhas...
Entre tantas outras causas, encontros, mensagens, orações...

Uma música na madrugada, há quatro mãos, há pouco tempo, e há quilômetros de distância.
Um companheirismo camarada, tantas nuances,
Uma troca de dias, de poemas ditos e não pensados, de bom dias.

Um abraço pra sentir o coração, que vira poema, 
E concretizado, um turbilhão de emoções.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Te gosto

Te gosto tanto, tanto...
E por isso,
Não gosto tanto, tanto...
Dessa distância entre nós.

Te gosto tanto, tanto...
Mas “tanta” distância dói.
Te gosto tanto, tanto...
Mais tanto que ontem.

Não gosto tanto, tanto...
Desses intervalos distantes.
E por isso desgosto tanto
De admirar quanto tempo a areia tem para tocar os extremos da ampulheta.

Te gosto tanto, tanto...
Que te espero.
Te gosto tanto quanto o que é forte para se dizer.
Te gosto e espero que a espera não tarde a falhar.