sábado, 27 de novembro de 2010

Só, é a razão emotiva.

Talvez seja aprendendo a pintar com os próprios borrões que aperfeiçoamos as manchas para agraciar a aquarela pessoal.
Depois de um tempo a gente descobre que até folha de papel corta, e tudo se torna vulnerável. Se pode amassar, escrever, pintar, e uma vez manchada e preenchida, nunca, nada, voltará ao seu estado inicial que supostamente será uma a normalidade.
Sendo assim, é bom pensar, refletir antes de qualquer traço, apego, pingo ou corte, porque mesmo sem querer a todo tempo há diversas pessoas que nos cercam. Há pessoas não vistas mas atingidas, e há alvos de desejos a ser alcançados que não são predestinados de acordo com nossa intuição. É preciso pintar um quadro isoladamente que ao olhar ao decorrer dos dias as vistas não se cansem, e nem peçam outra paisagem radicalmente diferente.
Toda ação precisa ter certeza, e mil pingos da verdade afirmada pelo próprio coração. Porque a verdade absoluta é algo sempre a questionar, nos deixando nas mãos do sentido por trás da razão.

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