Tem dias que a caneta é levada a mão e a mente pouco para pra pensar. Usa a caneta como um transporte e despeja sua carga sobre o papel sem freio algum, e toda aquela textura do papel vai tomando suas cores, formas, se preenchendo, "dando ar a graça" e luz a imaginação daquele que tem acesso a tal obra.
Mas nem sempre tudo é colorido, há dias nublados onde a caneta faz desconhecer o papel e a mente nenhum esforço faz para preenche-lo. Então fica tal folha sem cor, da mesma forma, e já que ninguém se interessa por ti, fica a espera do vento levar, ou ser lembrada por qualquer ato de esperança para fazer valer o valor da sua origem natural.
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