segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Viagem eternizada pelo artista.

Pode parecer besta, mas eu ás vezes gosto que me chamem assim... Como o rapaz de violão nas costas, all star, gravata vermelha, camisa de botão e calças curtas, dizendo  "Bom dia, olá!" através de uma canção ressoada por uma flauta simples e encantadora. Recitando poesias, receitando lições de vida em plena incoerência para os passageiros preocupados, cansados de um meio dia vão. 
E sem saber, havia uma menina com vontade de contracenar as poesias com ele. Aquele momento sublime respondido por olhares tímidos, calorosamente com vontade aplaudir um trabalho fantástico que revolucionava aquele dia para ela tristonho, sem sentido, um dia de viver por viver. Na sua mediocridade de ser, sonhar, ela clama pela arte de mudar o mundo, talvez assim como ele que acredita ter dado os primeiros passos, e porque não? De quão tão simples, qualquer gesto se não fosse ignorado poderia fazer uma loucura desejada e envergonhada funcionar. Muda-se o dia, as formas de lugar, as formas de pensar, transforma-se a vida, quem sabe um dia!?

Baseado em fatos reais: 08/09/11 - Às 12:45h.

3 comentários:

  1. Seus textos me deixam sempre tão curiosa, amiga.. acho que estamos precisando marcar um dia pra connversar direitinho. morro de saudade, minha menina azul... te amo, viu?!

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  2. Pq tanta curiosidade meu bem!? É. precisamos conversar msm.. saudades enormes de vc, debuláxima.. rsrs, eu tb! *-*

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  3. Ohhhh.. eu comentei mesmo ¬¬
    acho que andei bebendo, Chele. abstraia.

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