Não tenho paciência sem démodé, com tanta coisa
que não me convém falar, tenho paciência para pouca pureza pálida. Me importo
com qualquer cisco, arisco a faísca que pode me fazer explodir ou voar, além, o
que é novo me faz variar se tento um começo. Sei lá dessas vontades tortas e devaneios
distantes que me silenciam, machucam as palavras, param o tempo por duvidar,
entortam os meus sentidos, me faz pensar no humano que habita em meu território
expulsório do estático. Sou louca, acho todo mundo louco e isso é pequeno.
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