Paixão de passarinho,
Que chega aos pouquinhos, sem querer, querendo chegar.
Num canto dito em versos traduzidos em olhares,
Isala sua vontade e sua dor nos encontros raros,
E se vai, se desencontra,
Se perde neste trânsito de
gente no meio do horizonte ligeiro.
Ah, mundo meu!
É muita chuva,
É muito sol,
Quanta lágrima!
Transpira!
Quanto há quando,
Do que era felicidade,
Subliminarmente amor.
Ah, primeiros segundos são primeiros segundos!
Que sejam justos,
Que multipliquem-se verdadeiros,
Que isalem o perfume das rosas,
Das rosas que falam: não sou prova, mas um gesto de amor.
Um tempo!
Me reviro,
Voa lá,
Veja aí, veja lá.
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