domingo, 23 de outubro de 2011

"voo"

É tanta coisa pra se fazer,
É tanta coisa pra se rever,
E o povo passa sem perceber que o voo do passáro pode salvar um dia qualquer...
Pois quem diria: o povo sumiu!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Arma branca

A educação pode ser uma arma.
Reduziram e maquiaram informações propositalmente,
Miram em mim quando eu sei que posso melhorar o ajuste da realidade do povo;
Aponto para onde quero quando estratego a massa para derrubar a prisão dos direitos humanos;
Basta de se calar, de temer, de ser ignorante.
Reação é um dever de todos,
Armados de informações e escudos antigovernamentais;
Ninguém deve te impedir de pensar;
Cabe saber ousar e querer agir;
Ameaço e me ameaço para tentar ser o diferencial com fome de justificar as cousas implantadas no mundo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Triunfo interno

 É algo estranho que me toca e me faz sentir dores profundas, o ar foge, e toda essa luz que brilha a noite parece me cegar. Lugar estranho, terra boa para repousar os pensamentos, mas nada que possa me revigorar e apitar como um sinal de alerta para que eu possa parar de olhar para trás, para que eu consiga me olhar. Exaustão sem sentido por algo que se segue só porque te dizem, e você sabe que precisa andar. Fome, desejo, 24 horas insaciáveis de um sono blindado. Sorrisos incertos de um disfarce eloquentemente eterno. Resmungos e reforços, e uma base mínima como uma flor do mato que num sopro se esvai. Eu sei e nada entendo.Voar, está tão difícil bater asas como borboletas, e tão fácil sumir como um arco-íris no ar. Que sobrem cores, ao menos o azul em mim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Viagem eternizada pelo artista.

Pode parecer besta, mas eu ás vezes gosto que me chamem assim... Como o rapaz de violão nas costas, all star, gravata vermelha, camisa de botão e calças curtas, dizendo  "Bom dia, olá!" através de uma canção ressoada por uma flauta simples e encantadora. Recitando poesias, receitando lições de vida em plena incoerência para os passageiros preocupados, cansados de um meio dia vão. 
E sem saber, havia uma menina com vontade de contracenar as poesias com ele. Aquele momento sublime respondido por olhares tímidos, calorosamente com vontade aplaudir um trabalho fantástico que revolucionava aquele dia para ela tristonho, sem sentido, um dia de viver por viver. Na sua mediocridade de ser, sonhar, ela clama pela arte de mudar o mundo, talvez assim como ele que acredita ter dado os primeiros passos, e porque não? De quão tão simples, qualquer gesto se não fosse ignorado poderia fazer uma loucura desejada e envergonhada funcionar. Muda-se o dia, as formas de lugar, as formas de pensar, transforma-se a vida, quem sabe um dia!?

Baseado em fatos reais: 08/09/11 - Às 12:45h.