quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Fato, devaneio, confronto.

Estou cansada, estou com o coração nas mãos e há momentos em que mesmo refletindo não sei como agir...
O ajuste dos pesos são relativamente pautados a nossa capacidade de resistência.
Fechei os olhos, esqueci dos ouvidos e fingir não sentir meu paladar, tentei ser como o vento ou carregada por uma brisa aromatizada como nunca percebida antes. Voltei, perguntei, analisei, gritei, perdi a paciência, tudo para perceber o meu eu problema.
Viagens levianas precisam entender a importância da prisão imaginária.
Está chovendo, eu quero a luz que rasga o céu em chamas para me aquecer.

domingo, 12 de agosto de 2012

Sabe Pai...

As coisas acontecem e às vezes não conseguimos entender... Mas somos diferentes, agimos de maneiras diferentes e uma ação pode dizer milhões de coisas... É preciso olhar, apreciar, mergulhar em cada segundo e perceber um não ato como uma grande ação.
Proteção, distância, saudade, amor, carinho, indignação, aprendizado... São tantos fatos.
Sabe Pai...
"
Pode ser que daqui algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos".

Fragmentos finais (Fábio Jr.)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Seu coração

Seu coração é poeta. Seu coração acima de tudo não se ilude com falsas promessas, ou grandes e mentirosas ambições. Mas acima de tudo, às vezes sente falta de algo verdadeiro.
Seu coração é durão. Por isso que nem liga pra fila de pretendentes que tem à porta. Sabe que ele é incrível. Sabe se valorizar. "Risos". Ele sabe que tem características incomuns para simples ser normal. E que isso é fantástico. 
Seu coração esteve conversando comigo... E ele é um serzinho gente fina. Mas cá entre nós... Ele tem sérios medos de se magoar novamente. Mas é compreensível. Diz pra ele depois, com calma... Que tudo pode começar do zero novamente. Que ele tem um Direito, previsto na constituição brasileira, de que pode ser feliz.
Texto de Rafael.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vago

Não tenho paciência sem démodé, com tanta coisa que não me convém falar, tenho paciência para pouca pureza pálida. Me importo com qualquer cisco, arisco a faísca que pode me fazer explodir ou voar, além, o que é novo me faz variar se tento um começo. Sei lá dessas vontades tortas e devaneios distantes que me silenciam, machucam as palavras, param o tempo por duvidar, entortam os meus sentidos, me faz pensar no humano que habita em meu território expulsório do estático. Sou louca, acho todo mundo louco e isso é pequeno.